Sábado, 24 de outubro de 2026
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Serra Catarinense

Bom Retiro inova com Acolhida na Colônia

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Bom Retiro inova com Acolhida na Colônia

Com participação de seis propriedades, foi oficializada, na sexta-feira (5), a rota turística rural “Acolhida na Colônia”, em Bom Retiro.

Projeto que tem o objetivo de valorizar a agricultura familiar, preservar o meio ambiente, agregar valor aos produtos das propriedades rurais e melhorar a qualidade de vida dos participantes.

O lançamento da rota denominada “Acolhendo em Bom Retiro”, foi o último ato público do secretário municipal de turismo, Jeferson Nunes, antes de se afastar do cargo.

O prefeito Albino Gonçalves Padilha, prestigiou a solenidade na região que engloba comunidades da Guarda Velha, Costão do Frade e Costãozinho.

“Há três anos desencadeamos esse processo com micro diagnósticos em dez propriedades. Hoje temos seis famílias que aderiram a esse projeto de agroturismo e querem compartilhar suas experiências com visitantes e tornar isso uma fonte de renda”, explicou Jeferson Nunes.

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Participam do projeto as propriedades Sítio da Serrinha, Quintal Di Catarina, Sítio Santo Antônio, Cabanas Doce Recanto, Sítio Caminhos da Serra e Cabanas Recanto das Lagoas.

A rota fica a dez quilômetros do centro da cidade e tem uma caraterística própria. Quem visitá-la poderá se hospedar no meio rural, fazer trilhas guiadas pela mata e por cachoeiras, degustar queijos e salames coloniais, colher frutos nativos e cultivados e passear à cavalo.

“Aqui o turista vai ter uma experiência inesquecível. Boa hospedagem, farta gastronomia colonial e visitação a locais de rara beleza. Além da boa hospitalidade e preços acessíveis”, declarou o prefeito.

Parceria público-privada

A “Acolhendo em Bom Retiro” nasce como um projeto modelo para a Serra Catarinense. Cada propriedade passa a ter a placa de identificação da Acolhida na Colônia e, segundo a assessora de turismo da Amures, Ana Vieira, a parceria público-privada é uma das características do projeto.

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“Esse projeto tem uma característica específica que é o ato do agricultor de acolher os turistas. Mas antes disso, vem a infraestrutura básica como acesso e sinalização até os equipamentos, que é responsabilidade do poder público”, comentou Ana Vieira.

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