A retirada de alguns pontos de ônibus de avenidas de Lages causou estranheza por parte dos usuários. Fato é que existem duas situações distintas. Os pontos que pertencem a Transul, empresa responsável pelo serviço de transporte urbano, estão sendo retirados para manutenção e recolocados assim que ficam prontos. Outros são retirados em definitivo porque as linhas de ônibus deixam de existir.
Em Lages, alguns pontos de ônibus pertencem à prefeitura e são geridos pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos, órgão responsável pela implantação e manutenção. À Transul pertencem os de acrílico com estrutura metálica. Segundo a empresa, esses estão danificados pela ação do tempo e até por vandalismo. Um a um são retirados e restaurados por uma empresa no Bairro São Paulo. Neste mês, essa ação está sendo realizada na Avenida Luiz de Camões.
Duas unidades também foram retiradas na Avenida Dom Pedro II, uma em frente a Igreja do Navio e outra um pouco mais acima, quase no entroncamento com a Rua Eleutério da Silva Furtado. Segundo a Transul, a demanda de passageiros caiu muito e a linha D. Pedro II foi desativada naquele lado da avenida. Inclusive, o ponto que estava em frente à igreja deve ser transferido para o outro lado, onde a linha de ônibus permanece ativa. A instalação é de competência da Secretaria de Serviços Públicos.
Após a pandemia, o número de usuários do transporte urbano está reduzido. Para se ter uma ideia, segundo a Transul, a linha ativa da D. Pedro II sai do terminal e passa pela Avenida Presidente Vargas praticamente vazia. Os poucos passageiros embarcam entre os bairros Vila Nova e Santa Rita, seguindo no ônibus até o Centro. A prioridade, nesses casos, é ter o abrigo nos locais de embarque. Nos de desembarque a tendência é que as pessoas não fiquem no local e sigam para as suas residências.






