Quarta-feira, 12 de agosto de 2026
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Serra Catarinense

Forças Armadas Brasileiras fazem fiscalização contra crimes transfronteiriços

Neste ano, de forma inédita, a Operação Ágata está sendo realizada simultaneamente com os Exércitos do Paraguai e do Uruguai.

Forças Armadas Brasileiras fazem fiscalização contra crimes
transfronteiriços

A Operação Ágata Conjunta Sul é a maior ação de combate aos crimes transfronteiriços realizada em 2023, segundo informou a Seção de Comunicação Social do Comando Conjunto Sul. No terreno, desde o dia 1º de julho, a Operação é desencadeada na região Sul do Brasil (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).

A Ágata Conjunta Sul é um trabalho interagências, coordenado pelo Ministério da Defesa, e tem como objetivo a realização de ações preventivas e repressivas, na fronteira terrestre e marítima, contra delitos transfronteiriços e ambientais em coordenação com órgãos de segurança e de fiscalização federais e estaduais.

Integram a Operação Ágata: a Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro, a Força Aérea Brasileira, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Receita Federal, a ABIN, o IBAMA, a Anvisa, o ICMBio, a ANATEL, as Secretarias de Segurança Pública/Polícias Militares/ Polícias Civis/ Corpo de Bombeiros Militares e Secretarias de Agricultura dos Estados da Região Sul do País, bem como outros órgãos de fiscalização federais, estaduais e municipais.

O Estado Brasileiro, de maneira interagências, atua realizando a fiscalização e o patrulhamento em diversos pontos da porção litorânea e de fronteira, na região Sul do País.

Exércitos do Paraguai e do Uruguai integram a operação

Neste ano, de forma inédita, a Operação Ágata Conjunta Sul está sendo realizada simultaneamente com os Exércitos do Paraguai e do Uruguai, onde as mesmas ações realizadas no Brasil ocorrem na região de fronteiras desses países vizinhos.

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Os crimes transnacionais, como tráfico de drogas, de armas, descaminho e crimes ambientais refletem em violência nas cidades da fronteira, com repercussão direta nas grandes capitais do país. O êxito da Operação depende da participação

efetiva da população, pois o que se pretende é uma fronteira segura para todos.

Todo o controle da Operação Ágata Conjunta Sul é realizado diretamente do Centro de Coordenação de Operações (CCOP) do Comando Militar do Sul (CMS), em Porto Alegre/RS, onde está montado o Comando Conjunto Sul, responsável por receber e coordenar todas as ações da Operação em tempo real.

A Constituição Federal do Brasil estabelece que a faixa de até 150 km de largura ao longo das fronteiras terrestres, é considerada fundamental para a defesa do território nacional, função primeira das Forças Armadas, como apregoa o Art.

142. da Constituição Federal, de 1988.

A atuação das Forças Armadas, por meio de ações preventivas e repressivas, no combate a delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira, incluída suas águas interiores e costa marítima, está amparada pela Lei Complementar nº 97, de 09 Jun de 1999, e pelo Decreto nº 8.903, de 16 de novembro de 2016.

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