Quarta-feira, 12 de agosto de 2026
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Mauro Maciel

De forma mágica, a mulher se transforma para gerar uma vida

Emocionalmente, cada mulher reage de uma forma durante o processo de gerar um filho. Biologicamente, as mudanças físicas podem ser explicadas mais facilmente e nem por isso deixam de ser fantásticas.

De forma mágica, a mulher se transforma para gerar uma vida

Geralmente, nesta época do ano, o destaque é para mães que criam seus filhos sozinhas, possuem habilidades ou profissões raras ou se diferenciam por outras circunstâncias. Mas nesta edição, optamos em abordar as mudanças físicas inerentes a todas as gestantes e que explicam, em muito, as dificuldades e as mudanças de comportamento de quem, de forma mágica, está gerando um novo ser humano. 

De acordo com o site viverbemunimedbh.com.br, além do já esperado crescimento da barriga, muitas outras transformações vêm associadas. O corpo muda rapidamente devido aos hormônios e de uma semana para outra, repentinamente, o seio pode ficar mais avantajado, o bumbum maior, o sono tornar-se constante, aquela fome estar sempre presente…  As mudanças podem ser mais radicais em algumas mulheres e em outras acontecer gradativamente ao longo da gestação.

São mudanças que impactam na vida da gestante e na de quem vive com ela. São tão intensas que alteram a temperatura corporal. Às vezes, a grávida pode se sentir bem quente, com uma sensação de calor nas mãos e pés. Outra mudança clássica no corpo durante a gravidez são as famosas e, porque não dizer temidas, náuseas.

Alteração no paladar pode ou não acontecer, mas quando acontece os seus alimentos favoritos acabam se tornando motivo de mal estar. Principalmente alimentos com cheiros característicos como café e alho. Até mesmo o seu perfume preferido pode se tornar absurdamente nauseante.

As alterações hormonais podem, ainda, causar refluxo (vômito) e até mesmo fortes crises de azia. A grávida pode sim sentir muita dor no início da gravidez como cólicas, sensação de peso nas costas e pernas e dores no pé da barriga, que pode ficar bem enrijecida. Sintomas bastante parecidos com o de uma menstruação chegando e, para quem tem TPM, bem familiares.

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A frequência da evacuação também costuma se tornar um problema, diminuindo bastante. Vale destacar que para algumas mulheres o aspecto das fezes muda durante a gravidez, ficando mais líquidas do que o usual.

Desconfortos

As veias dos seios e do corpo como um todo podem ficar mais escuras, devido à maior circulação de sangue. É comum também o escurecimento das auréolas e o aparecimento da linha nigra. Vale destacar que algumas mudanças no corpo não são nada agradáveis. Os gases, por exemplo, podem aumentar, e muito, causando desconforto e constrangimentos.

O site famivita.com.br explica que no processo de gerar outro ser humano, a muda muda dos pés à cabeça. Alterações nos vasos cerebrais vasculares estão relacionadas à alteração de memória e concentração, queixas comuns entre as gestantes, principalmente no terceiro trimestre.Contrações uterinas de treinamento, chamadas contrações de Braxton Hicks, podem ocorrer durante toda a gestação, mas são mais percebidas no terceiro trimestre. No entanto, elas são indolores e duram de 1 a 2 minutos.

PRINCIPAIS MUDANÇAS

A gravidez é um dos momentos mais especiais da vida de uma mulher. A família muda e o corpo também, tudo acontecendo de forma mágica. Este artigo, publicado na Fonte: Quater.com.br, fala, de forma cronológica, das principais mudanças no corpo durante os meses da gravidez.

1º mês

No primeiro mês a gestante não percebe que está grávida. Os sintomas são parecidos com a TPM, porém, mais intensos. Nesta época acontece a liberação de um hormônio chamado HCG e a interrupção da menstruação. É muito comum sentir dores nas mamas e dores abdominais. O humor pode ficar instável e a futura mamãe pode sentir-se mais sensível emocionalmente.

2º mês

Neste período, por conta da produção hormonal, o sistema neurológico da mãe passa por alterações. Por isso muitas mulheres reclamam de sonolência, aumento das mamas, enjôos e náuseas. A alteração no tamanho do útero provoca uma compressão na bexiga, por isso vão ao banheiro com mais frequência.

3º mês

Nesta fase pode acontecer da futura mamãe ter ganhado um pouco de peso (um ou dois quilos). O volume de sangue que circula no corpo aumenta para suprir as necessidades do útero e do feto. Os enjôos, em muitos casos, ainda se manifestam, e as gengivas podem ficar doloridas. As alterações de humor, assim como as dores de cabeça, tendem a aumentar. Algumas veias, como as da barriga, mamas e pernas, podem ficar mais visíveis em virtude do aumento do volume sanguíneo. Cabelos e unhas se transformam neste período.

4º mês

A mãe sentirá mais apetite à medida que as náuseas e enjôos forem desaparecendo. Também parecerá mais disposta e com energia. Até o final deste mês (16-20 semanas), provavelmente sentirá, pela primeira vez, um leve movimento do bebê. A barriga já começa a aparecer.

5º mês

Neste período o bebê já se mexe na barriga da mãe, e isso deve ser comunicado ao médico. O útero cresce e o coração tende a bater mais rápido. As noites de sono devem ser respeitadas, com 8 horas de descanso. A alimentação deve ser saudável e a mamãe deve ter tranquilidade emocional e não praticar atividades físicas cansativas. Cabelos e unhas podem passar por transformações neste período, assim como a pele e o aumento de pelos. Aqui a gestante também pode começar a sentir azias.

6º mês

A pele do abdômen está “esticando” e a gestante passa a sentir coceiras na região. O volume da barriga pode fazer com que a mamãe sinta dores nas costas. O peso também pode provocar varizes nas pernas. Dores abdominais podem acontecer, já que o útero está se expandindo para acomodar o crescimento do bebê.

7º mês

É um mês que requer muita paciência. Nessa fase, o cansaço da gestante aumenta. As alterações hormonais que ocorrem durante a gravidez são facilmente percebidas nesta etapa. O corpo quer preparar a mulher para o parto.

8º mês

Já resta pouco tempo para a mãe dar à luz. Neste mês, o organismo começa a produzir o colostro (líquido que vem antes do leite materno) e há também um aumento das secreções vaginais. As contrações são mais fortes, e o útero aumenta. A dificuldade de respirar pode ser maior, pois o bebê está perto dos pulmões. A parte de cima do seu útero está debaixo das costelas. Mãe e bebê estão mais propensos a ganhar peso nesta fase. É importante redobrar os cuidados com a alimentação.

9º mês

Aqui o bebê se encaixa na bacia da mãe, na posição para o momento do parto. Nesse período, a gestante começa a ir no banheiro com mais frequência, pois a barriga está maior e comprime a bexiga. Além do aumento de peso, a ansiedade contribui para o quadro de dificuldade para dormir. A falta de ar também é um sintoma comum desse período. Com a produção de leite, os seios ficam inchados. A dieta da mamãe deve estar repleta de cálcio, fibras e ferro. Os ossos da bacia começam a abrir, é comum ter dores na bacia, no púbis e na região baixa da coluna lombar.

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